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Curso Aprendiz Tomista

Curso on-line de introdução ao pensamento de Santo Tomás de Aquino para iniciantes. São 25 tópicos de filosofia e de teologia revelada ministrados no YouTube. Não é necessário ter base filosófica. O curso está em desenvolvimento e já há muitas aulas on-line disponíveis. Os alunos têm direito a um material em pdf exclusivo do curso e a um grupo exclusivo para tirar dúvidas com o professor do curso, além de poder fazer perguntas durantes as aulas ao-vivo.

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25 Tópicos de Filosofia e Teologia

  • INTRODUÇÃO (4)
    • 1 - A filosofia e as suas partes
      • Aula 1 - Noções gerais da filosofia
        • Nesta aula, estudamos, de um modo geral, o início da filosofia e as suas bases, a noção da verdade e da filosofia como amizade pela sabedoria. Também consideramos algumas noções sobre o ser e a sua relação com a verdade.
      • Aula 2 - As partes da filosofia
        • Nesta aula, são considerados brevemente quatro autores essenciais para o entendimento filosófico e teológico: Platão, Aristóteles, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. São feitas principalmente algumas ressalvas aos dois primeiros autores. Depois, é exposta a ordem conveniente das disciplinas filosóficas: lógica, filosofia da natureza, psicologia, moral e metafísica. A parte filosófica deste curso seguirá, de um modo geral, esta ordem.
    • 2 - Noções gerais da teologia revelada e as suas áreas
      • Aula 3 - Algumas noções gerais da teologia revelada
        • Nesta aula, estudamos algumas noções gerais da teologia revelada a partir da primeira questão da Suma Teológica. Inicialmente expomos a metodologia medieval da questão disputada e depois são analisados os 5 primeiros artigos da primeira questão da Suma Teológica.
      • Aula 4 - Outras noções gerais da teologia revelada e as áreas da teologia revelada
        • Nesta aula, inicialmente continuamos a exposição do início da Suma Teológica, com a consideração do sexto e do sétimo artigo da primeira questão deste livro. Depois, são consideradas principalmente estas noções: a teologia fundamental, a teologia dogmática e a teologia prática. Depois são expostas algumas áreas da teologia revelada, como a teologia trinitária, a Cristologia e a angelologia, por exemplo.
    • 3 - As obras de São Tomás de Aquino
      • Aula 5 – As obras de São Tomás de Aquino
        • Nesta aula, são expostas as principais obras de São Tomás conforme a diversidade da sua metodologia de exposição, segundo as suas grandes obras (Suma Teológica, Comentários às Sentenças de Pedro Lombardo e a Suma Contra os Gentios), as questões disputadas separadas (por exemplo, Sobre a verdade, Sobre o mal, Sobre o poder de Deus), os opúsculos, os comentários a filósofos, os comentários bíblicos, as compilações aos Evangelhos (Catena Aurea), os sermões e as músicas e ofícios litúrgicos. E também, para conhecer o modo de exposição de um opúsculo e pela importância do tema, é analisado o opúsculo Sobre a consulta aos astros, para expor a posição de São Tomás, que reprova o estudo dos astros para conhecer o que é próprio da vontade humana.
    • 4 - Razão e fé
      • Aula 6 - A razão aberta à fé, e a fé acima da razão de modo harmonioso
        • Nesta aula, vemos algumas noções gerais sobre a razão, enquanto uma potência que não é diversa do intelecto e que atua de modo discursivo. Vimos que para alguém ter fé, é necessário o auxílio de Deus pela graça santificante. Além disso, é visto que há dois modos de conhecimento sobre Deus, um acessível à razão, conforme a teologia natural, o outro, que supera a capacidade da razão, pela fé. E são expostas três conveniências pelas quais as verdades sobre Deus acessíveis à razão também devem ser propostas para que as pessoas creiam. O livro para esta exposição é a Suma contra os gentios, especialmente alguns dos seus primeiros capítulos.
      • Aula 7 – A fé supera a razão, mas não lhe é contrária
        • Nesta aula, continuamos a exposição de alguns capítulos iniciais da Suma Contra os gentios e são considerados três motivos pelos quais convém que seja proposto que sejam cridas as verdades próprias da fé sobre Deus. Além disso, são expostas a importância dos milagres, como certa pedagogia divina, e a harmonia entre a razão e a fé.
  • FILOSOFIA (11)
    • 5 - Introdução à lógica clássica
      • Aula 8 - Noções introdutórias à lógica
        • Nesta aula, vemos de que modo a lógica é ciência e arte e também consideramos as suas divisões em lógica formal ou menor e em lógica material ou maior.
      • Aula 9 - A lógica formal: a primeira operação do intelecto, a simples apreensão
        • Nesta aula, começamos o estudo sobre a lógica formal. Estudamos a primeira operação do intelecto, a simples apreensão, que consiste em conceber um conceito. Expomos principalmente a distinção dos conceitos, a noção de compreensão e extensão na lógica, a aplicação do conceito, as relações entre conceitos, os modos de predicação (unívoco, análogo e equívoco), as noções básicas das dez categorias e a definição.
      • Aula 10 - A lógica formal: a segunda operação do intelecto, o julgamento
        • Nesta aula, estudamos a segunda operação do intelecto, o julgamento, pelo qual concebemos um juízo. Vemos aqui a noção de juízo, que implica verdade ou falsidade, os tipos de juízos, universais e particulares, afirmativos e negativos e suas relações conforme a “tábua das oposições”. Assim vemos o que são juízos contrários, contraditórios, subalternos e subcontrários. E também consideramos a possibilidade de conversão lógica em cada juízo.
      • Aula 11 - A lógica formal: a terceira operação do intelecto, noções gerais do raciocínio e o silogismo
        • Nesta aula, estudamos as bases da terceira operação do intelecto, o raciocínio, pelo qual realizamos um argumento. Consideramos as partes do raciocínio, suas premissas e conclusão e a relação entre elas, especialmente em relação à verdade e falsidade. Além disso, também consideramos especialmente o raciocínio dedutivo ou o silogismo e suas oito leis gerais. E vemos também de que modo devemos entender o quadro das figuras do silogismo.
      • Aula 12 - A lógica formal: a terceira operação do intelecto, o silogismo hipotético
        • Nesta aula, consideramos principalmente o silogismo hipotético, sua divisão em silogismo condicional, disjuntivo e conjuntivo. São analisadas as quatro regras do silogismo condicional, conforme as relações da condição e do condicionado com a verdade e a falsidade. Além disso, são expostos cinco tipos de silogismo incompletos e compostos. No final, há uma breve exposição sobre o raciocínio indutivo, que será analisado melhor na parte de lógica material.
      • Aula 13 - A lógica material: a certeza do conhecimento
        • Nesta aula, começamos a estudar a lógica material, especialmente as condições de certeza dos juízos. Vemos a distinção dos estados de ignorância, de dúvida, de opinião e de certeza. Além disso, consideramos os principais tipos de sofismas de palavras ou de ideias. Também é considerada a noção de evidência.
      • Aula 14 - A lógica material: a metodologia em geral e a ciência
        • Nesta aula, consideramos os diversos métodos de investigação da ciência e as suas limitações, como a descoberta, o ensino, o método da autoridade, o método científico, e outros. Vemos também que a análise e a síntese são processos gerais do método de investigação e consideramos as suas distinções. Além disso, estudamos o que é a ciência, do ponto de vista objetivo e subjetivo e expomos as classificações da ciência de Aristóteles e de São Tomás e algumas noções mais atualizadas.
      • Aula 15 - A lógica material: os diversos métodos particulares das ciências
        • Nesta aula, são investigados os diversos métodos particulares junto com as noções dessas ciências. Assim, estudamos a matemática e seu método dedutivo, as ciências da natureza e seu método indutivo, e as ciências humanas e a sua metodologia própria.
      • Aula 16 - O diálogo e noções gerais de retórica
        • Nesta aula, estudamos as bases do diálogo e as suas condições morais e intelectuais. Além disso, consideramos algumas noções básicas sobre a retórica, que busca o provável. Expomos algumas técnicas de argumentação que podem ser utilizadas contra nós, de modo que devemos expor a verdade dessas técnicas e não usá-las, por serem são contrárias ao modo conveniente de dialogar.
    • 6 - Introdução à filosofia da natureza
      • Aula 17 - Noções básicas da filosofia da natureza, a matéria e a forma
        • Nesta aula, estudamos as noções fundamentais da filosofia da natureza, que estuda o ente móvel. São consideradas também a matéria, enquanto princípio passivo do composto, e a forma, enquanto princípio ativo do composto.
      • Aula 18 - A natureza, as quatro causas e o movimento
        • Nesta aula, consideramos as noções de natureza, que é principalmente forma e secundariamente matéria. Além disso, são expostas as quatro causas, a material, a formal, a eficiente e a final, e também há a apresentação da noção geral de movimento, conforme certa passagem da potência para o ato, e dos tipos de movimento.
      • Aula 19 - O infinito, o lugar, o espaço, o tempo e o motor imóvel
        • Nesta aula, consideramos certas noções que possuem alguma relação com as coisas móveis, como o infinito, o lugar o espaço e o tempo, enquanto as acompanham, e como o motor imóvel, enquanto é a causa eficiente primeira delas.
    • 7 - A alma e os seus tipos
      • Aula 20 – A alma e os três tipos de vida
        • Nesta aula, estudamos a alma como a forma substancial de um vivente que possui matéria e forma. Além disso, são expostos os três tipos de vida, a vegetativa, a sensitiva e a intelectiva.
      • Aula 21 – A alma, o espírito e as potências da alma
        • Nesta aula, consideramos a distinção entre alma e espírito. Estudamos a união entre a alma e o corpo. Expomos a distinção entre a essência da alma e as suas potências.
      • Aula 22 – Os tipos de potência, as potências vegetativas e os sentidos externos e internos
        • Nesta aula, expomos os cinco tipos de potência da alma: o vegetativo, o sensitivo, apetitivo, o motivo local e o intelectivo. Começamos também a ver as potências da alma humana de modo particular. Iniciamos com a exposição das potências vegetativas e das sensitivas. Sobre estas últimas, são expostos os sentidos externos: o tato, o paladar, o olfato, a audição, a visão; e os sentidos internos: o sentido comum, a imaginação, a memória sensitiva e a cogitativa.
      • Aula 23 – O apetite sensível, as paixões, a vontade e o intelecto
        • Nesta aula, terminamos a exposição das potências da alma de modo particular. Consideramos os apetites sensitivos, o concupiscível e o irascível. São expostas as paixões da alma, as seis do concupiscível: amor, ódio, desejo, aversão, prazer e dor; e cinco do irascível: esperança, desespero, temor, audácia e ira. Expomos também a vontade e o intelecto e a relação entre eles.
    • 8 - Introdução à antropologia e aos quatro temperamentos clássicos
      • Aula 24 – O pecado e a graça
        • Nesta aula, consideramos duas noções básicas sobre a condição humana, a natureza humana decaída pelo pecado e a possibilidade, pelo auxílio divino, da graça santificante. Vimos a noção de pecado original e da sua transmissão e como ele afetou as potências da alma. Consideramos também a importância da graça para a liberação do pecado e para a salvação eterna.
      • Aula 25 – Introdução aos temperamentos
        • Nesta aula, consideramos as noções básicas de motivação e influência sobre o comportamento humano. Veremos também a natureza dos temperamentos, que estão inseridos na antropologia de São Tomás. Eles são inatos, são inclinações fisiológicas que não determinam as nossas ações, mas inclinam a certo comportamento. Devemos buscar frear as tendências ruins dos nossos temperamentos e otimizar as boas. Há quatro temperamentos: o colérico, o sanguíneo, o melancólico e o fleumático, conforme os modos de reação que temos diante das coisas que nos afetam.
      • Aula 26 – Colérico
        • Nesta aula, estudamos algumas características comuns às quais tendem os coléricos. Expomos que os coléricos tendem a ser irritados com facilidade e a ter uma reação imediata. A impressão disso tende a perdurar na alma. Consideramos também como os coléricos devem principalmente lutar para adquirir as virtudes.
      • Aula 27 – Sanguíneo
        • Nesta aula, estudamos algumas características comuns às quais tendem os sanguíneos. Vemos que os sanguíneos tendem a reagir de modo rápido e veemente, mas tal impressão tende a não ficar muito tempo na alma. Consideramos também como os sanguíneos devem principalmente lutar para adquirir as virtudes.
      • Aula 28 – Melancólico
        • Nesta aula, estudamos algumas características comuns às quais tendem os melancólicos. Expomos que os melancólicos são lentos para se irritar com as influências externas, mas tal irritação tende a permanecer na alma e pode ser difícil de remover. Consideramos também como os melancólicos devem principalmente lutar para adquirir as virtudes.
      • Aula 29 – Fleumático
        • Nesta aula, estudamos algumas características comuns às quais tendem os fleumáticos. Vemos que as impressões na sua alma causam uma irritação fraca e que as suas reações também tendem a ser fracas. Consideramos também como os fleumáticos devem principalmente lutar para adquirir as virtudes.
    • 9 - O conhecimento intelectual
      • Aula 30 – Introdução ao conhecimento intelectual e como a alma intelige as coisas corpóreas
        • Nesta aula, consideramos algumas noções gerais sobre o conhecimento. Além disso, expomos que o conhecimento intelectual é propriamente imaterial. E para adquirir tal conhecimento e para o ato de conhecer a natureza das coisas corpóreas, a alma se utiliza dos sentidos externos e internos.
      • Aula 31 – O modo e a ordem do conhecimento intelectual
        • Nesta aula, consideramos que o conhecimento intelectual é propriamente imaterial. Contudo, a aquisição natural desse conhecimento depende também dos sentidos internos e externos. E também vimos que precisamos do sentido interno da imaginação para entender a essência de alguma coisa material.
      • Aula 32 – O conhecimento humano das coisas materiais e da alma humana
        • Nesta aula, estudamos que o intelecto conhece a natureza das coisas materiais e também outras coisas. Além disso, vimos que o intelecto pode conhecer a alma enquanto ela está em ato.
      • Aula 33 – O conhecimento sobre os anjos, sobre Deus e da alma separada
        • Nesta aula, vimos de que modo podemos, ainda que imperfeitamente, conhecer os anjos e Deus. Consideramos também que a alma separada intelige naturalmente pelo lume natural divino.
    • 10 - Introdução à ética das virtudes
      • Aula 34 – Introdução à ética e à felicidade
        • Nesta aula, consideramos o que é a ética e as suas partes. Distinguimos o que é a felicidade e as suas três principais falsas felicidades. Além disso, vimos que a perfeita felicidade só se realiza no céu, com o auxílio da graça divina.
      • Aula 35 – Os atos voluntários, involuntários, os voluntários mistos e a aquisição das virtudes
        • Nesta aula, consideramos as distinções entre os atos voluntários, involuntários e os voluntários mistos. Além disso, vimos que, para a aquisição de virtudes humanas do âmbito natural, precisamos realizar bons atos voluntários repetidamente.
      • Aula 36 – As disposições habituais e a introdução ao sujeito da virtude
        • Nesta aula, analisamos as seis disposições habituais que podem estar na alma humana (a primeira e a última são as mais raras): (1) o grau heroico de virtude, (2) a virtude, (3) a continência, (4) a incontinência, (5) o vício e (6) a bestialidade. E também consideramos uma noção geral de sujeito da virtude.
      • Aula 37 – Os sujeitos das virtudes e as virtudes cardeais
        • Nesta aula, expomos de que modo as virtudes estão no intelecto e nos apetites. Consideramos também uma noção geral das virtudes cardeais: a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança.
    • 11 - As virtudes morais
      • Aula 38 – As circunstâncias das ações humanas, o meio-termo das virtudes morais e a temperança
        • Nesta aula, vimos uma noção básica das circunstâncias para as ações humanas. Depois, expomos de que modo o meio-termo se relaciona com as virtudes morais. Além disso, consideramos a temperança e as suas três espécies: a abstinência, a sobriedade e a castidade.
      • Aula 39 – O vício da intemperança e as virtudes da clemência e da mansidão
        • Nesta aula, consideramos as três espécies de intemperança: a gula, junto com as suas cinco espécies e cinco filhas; a embriaguez; e a luxúria, junto com as suas seis espécies e oito filhas. Expomos também a concepção da Igreja Católica sobre o amor e a sexualidade. Além disso, consideramos principalmente as virtudes da clemência e da mansidão e os seus vícios opostos por excesso, como a crueldade e a ira.
      • Aula 40 – Os quatro tipos de modéstia
        • Nesta aula, vimos os quatro tipos de modéstia: a humildade, a estudiosidade, a virtude dos movimentos exteriores, especialmente a eutrapelia, e a virtude da apresentação externa.
      • Aula 41 – A virtude da fortaleza
        • Nesta aula, expomos a virtude da fortaleza, os seus vícios opostos por escassez, o temor ou a covardia, e por excesso, a audácia e a intrepidez.
      • Aula 42 – A virtude da magnanimidade e os seus vícios opostos
        • Nesta aula, consideramos a virtude da magnanimidade e os seus vícios opostos por excesso, a presunção, a ambição e a vanglória, e também o seu vício oposto por escassez, a pusilanimidade. Além disso, vimos também que toda a nossa honra deve buscar servir a Deus e que Ele permite a cruz na nossa vida para que a carreguemos com paciência e caridade.
      • Aula 43 – As virtudes da magnificência, paciência, persistência e constância e os seus vícios opostos
        • Nesta aula, expomos a virtude da magnificência e os seus vícios opostos por escassez, a parcimônia, e por excesso, o desperdício. Consideramos também a virtude da paciência, da persistência e da constância, e os seus vícios opostos por escassez, a moleza, e por excesso, a pertinácia ou a teimosia.
      • Aula 44 – As leis
        • Nesta aula, estudamos principalmente certas noções gerais da lei eterna, da lei natural e da lei humana.
      • Aula 45 – A virtude da justiça
        • Nesta aula, consideramos o direito natural, positivo e o das gentes. Expomos a noção de justiça, da justiça legal e da particular, e da injustiça. Estudamos também de que modo deve ser emitido um juízo de justiça e de que modo podemos fazer ou não um juízo sobre os outros.
      • Aula 46 – A justiça comutativa e distributiva
        • Nesta aula, expomos a distinção entre a justiça comutativa e distributiva. Consideramos também certas ações como o ato imoral do homicídio e do roubo. Vimos que devemos defender a dignidade humana desde a sua concepção até a sua morte natural. Estudamos de que modo é possível realizar a legítima defesa. Expomos que a propriedade privada não pertence ao direito natural, mas pode ser bem acrescentada a ele pelo direito positivo. E é considerada a questão do roubo famélico.
      • Aula 47 – O julgamento, as injustiças com palavras e de trocas e a virtude da religião
        • Nesta aula, consideramos brevemente alguns pontos sobre o reto agir de um juiz, um acusado, um réu, uma testemunha e um advogado. Vimos também os tipos de injustiças com palavras e outras injustiças contrárias à boa compra e venda de produtos. Estudamos a noção própria da religião e como ela se diferencia da justiça. Expomos também certas noções sobre a oração.
      • Aula 48 – Os vícios das superstições e da irreligiosidade
        • Nesta aula, expomos os três tipos de vícios da superstição: a idolatria, a superstição divinatória e a superstição das observâncias. Consideramos também os quatro tipos de vícios da irreligiosidade: a tentação a Deus, o perjúrio, o sacrilégio e a simonia.
      • Aula 49 – As virtudes sociais – parte 1
        • Nesta aula, consideramos certas virtudes sociais como a piedade, o respeito, a dulia e a obediência. Vimos também o que é a consciência. Além disso, consideramos a virtude da gratidão junto com o seu vício oposto da ingratidão, e os seus três níveis. Também expomos a virtude relativa à justa punição.
      • Aula 50 – As virtudes sociais – parte 2
        • Nesta aula, continuamos a exposição das virtudes sociais. Expomos as virtudes da veracidade, da afabilidade, da liberalidade e os seus vícios opostos. Além disso, fizemos uma breve exposição da virtude da epiqueia ou equidade.
    • 12 - As virtudes intelectuais
      • Aula 51 - Noções gerais das virtudes intelectuais e a prudência
        • Nesta aula, expomos as noções fundamentais sobre as virtudes intelectuais. Também mostramos que são cinco virtudes intelectuais: a prudência, a arte, a ciência, a sabedoria e a virtude do intelecto. Além disso, consideramos as noções gerais da prudência, como a reta razão do agir.
      • Aula 52 - As partes da virtude da prudência e seus vícios opostos
        • Nesta aula, expomos as noções básicas das partes integrantes, subjetivas e potenciais da prudência. Mostramos os vícios da imprudência e da negligência, que se opõem à prudência. Consideramos também que nós devemos fazer os nossos deveres e confiar no auxílio divino.
      • Aula 53 - As virtudes do intelecto, da sabedoria, da ciência e da arte
        • Nesta aula, consideramos as outras virtudes intelectuais, distintas da prudência. Expomos a virtude do intelecto, como o hábito dos primeiros princípios; a virtude da sabedoria, como o hábito que considera as causas primeiras; a virtude da ciência, como o hábito que considera as causas segundas; e a virtude da arte, como o hábito da reta razão do fazer.
    • 13 - Introdução à política
      • Aula 54 - Noções básicas da filosofia política
        • Nesta aula, consideramos o homem como um animal naturalmente social. Mostramos que Santo Tomás busca evitar os extremos de um individualismo que despreza o bem comum e de um coletivismo que despreza o bem da pessoa. Expomos as bases políticas para a defesa da pessoa humana.
      • Aula 55 - Comentário à Política de Aristóteles
        • Nesta aula, consideramos os principais pontos do comentário de Santo Tomás à Política de Aristóteles. Vemos certas noções sobre o indivíduo, a família e o governo; estudamos também certas noções sobre a propriedade e as formas de governo.
      • Aula 56 - Sobre o reino
        • Nesta aula, consideramos os principais pontos do Sobre o reino de Santo Tomás de Aquino. Vemos a importância da virtude para um governante. Consideramos o problema da tirania e as possibilidades de evitá-la. Expomos também certas noções sobre o imposto, que, para Santo Tomás, seria lícito se não for excessivo e se for usado para o bem comum.
      • Aula 57 - As leis na política e a justiça
        • Nesta aula, retomamos algumas noções que foram vistas sobre a lei, mas as consideramos aqui no âmbito político. Estudamos as coisas que são essenciais para a lei, os tipos de justiça, o mal menor e o problema da guerra.
    • 14 - Introdução à metafísica
      • Aula 58 - A metafísica do ser
        • Nesta aula, consideramos alguns pressupostos da metafísica realista de Santo Tomás de Aquino. Mostramos a importância da admiração da realidade, indicamos o que a metafísica estuda e a sua distinção em relação às ciências particulares.
      • Aula 59 - Ente, ser, substância e acidente
        • Nesta aula, consideramos as noções básicas da metafísica em relação ao ente, o ser, a substância e os nove acidentes. Além disso, é estudado que Deus, que é o ser por si, está acima de todo gênero lógico.
      • Aula 60 - Ato, potência e os primeiros princípios
        • Nesta aula, expomos as noções de ato e potência, enquanto são os primeiros princípios da realidade. Vemos que essas noções são entendidas a partir do processo de indução.
      • Aula 61 - A analogia do ser
        • Nesta aula, estudamos que o ser pode ser entendido a partir da analogia, enquanto as coisas participam do ser. Expomos que todas as coisas criadas são entes por participação e apenas Deus é o ser por si.
      • Aula 62 - Essência e ser
        • Nesta aula, mostramos que todas as substâncias são compostas por essência e ser. Explicamos de que modo há essa composição nos entes materiais e nas substâncias intelectuais naturalmente separadas da matéria.
      • Aula 63 - As causas, o princípio da não contração e o não ser relativo
        • Nesta aula, estudamos a noção de causa na metafísica. Além disso, expomos o princípio da não contradição conforme está na própria estrutura da realidade e de que modo há certa noção de não ser intrínseca a todo ente por participação.
      • Aula 64 - Os transcendentais
        • Nesta aula, são expostas as noções fundamentais dos transcendentais. Mostra-se que é possível conhecer melhor a realidade do ser a partir dessas noções.
      • Aula 65 - O bem e a verdade
        • Nesta aula, consideramos especialmente o transcendental do bem e da verdade. Vemos de que modo algo é apetecível e inteligível. Também estudamos a noção de verdade como adequação.
      • Aula 66 - A verdade no intelecto, o uno e a pessoa
        • Nesta aula, continuamos a exposição sobre a verdade. Além disso, expomos o transcendental do uno. Por fim, consideramos o fundamento da dignidade da pessoa humana.
      • Aula 67 - A metafísica, as ciências e a finalidade das coisas
        • Nesta aula, expomos a função ordenadora da metafísica para as ciências. E estudamos algumas noções básicas sobre o fim.
      • Aula 68 - O fim e o mal
        • Nesta aula, desenvolvemos melhor algumas noções que foram apresentadas na aula anterior sobre o fim das coisas. Além disso, consideramos algumas noções sobre o mal como uma ausência de bem e a sua permissão inserida nos desígnios da Providência divina.
    • 15 - A teologia natural e as provas de que Deus é
      • Aula 69 - Noções básicas da teologia natural e a primeira prova para demonstrar que Deus é
        • Nesta aula, consideramos algumas distinções da teologia natural em relação à teologia revelada. Também vemos de que modo podemos conhecer que Deus é, especialmente a partir da exposição e análise da primeira prova exposta por Santo Tomás na Suma Teológica.
      • Aula 70 - A segunda, a terceira, a quarta e a quinta via para demonstrar que Deus é
        • Nesta aula, consideramos mais quatro vias de Santo Tomás para demonstrar que Deus é, conforme certa base filosófica. Vemos que a segunda via toma como base a causa eficiente; a terceira se fundamenta na possibilidade e na necessidade; a quarta se baseia no grau de perfeição; a quinta se fundamenta no governo das coisas.
      • Aula 71 - A teologia negativa
        • Nesta aula, estudamos as bases da teologia negativa, que consiste em negar a atribuição a Deus de certas noções que são próprias das criaturas. Assim, expomos que não há acidentes em Deus, nem entra na composição das coisas e outras noções.
      • Aula 72 - A perfeição, a bondade e a infinidade de Deus
        • Nesta aula, consideramos que Deus é totalmente em ato; possui todas as perfeições. Também mostramos que a perfeição das outras coisas é por participação. Além disso, expomos que Deus é o bem por essência e que a infinidade de Deus consiste em não haver limite para a perfeição divina.
      • Aula 73 - A onipresença, a imutabilidade, a eternidade e a unidade em Deus
        • Nesta aula, continuamos a exposição das perfeições de Deus. Inicialmente consideramos de que modo Deus está em todas as coisas. Mostramos que Deus é totalmente imóvel, que é eterno por si e que, conforme a essência divina, é maximamente uno.
      • Aula 74 - O conhecimento sobre Deus
        • Nesta aula, expomos basicamente os limites do conhecimento natural sobre Deus, pois é impossível contemplar perfeitamente a Deus apenas pela nossa capacidade natural, uma vez que é necessário que haja o auxílio da graça divina para isso. Esse conhecimento pela graça só ocorre de modo perfeito na glória celeste.
      • Aula 75 - Os nomes atribuídos a Deus
        • Nesta aula, consideramos o modo pelo qual podemos atribuir nomes a Deus, especialmente por certa analogia. Vemos de que modo devemos entender proposições como “Deus é bom” e “Deus é sábio”. Além disso, há a exposição de como podemos conhecer os predicados atribuídos a Deus temporalmente, como Criador e Salvador. Também é mostrado que o nome “Aquele que é” é próprio de Deus.
      • Aula 76 - O conhecimento e as ideias de Deus
        • Nesta aula, vemos que a ciência de Deus é perfeitíssima, totalmente em ato. Deus intelige eternamente a si mesmo em um único ato, de modo maximamente perfeito. Assim, Deus tem o conhecimento de todas as coisas. Indicamos também que há ideias em Deus, em conformidade com a perfeita simplicidade ou não composição divina.
      • Aula 77 - A verdade, a vida e a vontade de Deus
        • Nesta aula, expomos que a verdade e a vida convêm a Deus de modo máximo. Além disso, explica-se que também há vontade em Deus, uma vez que Ele possui intelecto.
      • Aula 78 - O amor, a justiça, a misericórdia e a Providência de Deus
        • Nesta aula, consideramos que há amor, justiça, misericórdia e Providência em Deus. Expomos que há amor, como decorrência da vontade divina; há justiça, conforme Deus constitui a ordem das coisas segundo a sua sabedoria; há misericórdia, enquanto Deus afasta a miséria dos outros; e há Providência em Deus, conforme a ordem divina nas coisas criadas.
      • Aula 79 - O poder e a felicidade de Deus
        • Nesta aula, vemos o poder e a felicidade de Deus. Consideramos que Deus pode todas as coisas que são absolutamente possíveis; e também mostramos que a felicidade de Deus é máxima.
  • TEOLOGIA REVELADA (10)
    • 16 - A teologia revelada
      • Aula 80 - A teologia revelada, a fé, a Revelação e os sentidos da Sagrada Escritura.
        • Nesta aula, mostramos as noções fundamentais de teologia revelada, que toma como base a fé. Vimos também a importância da Revelação divina para a fé. Além disso, mostramos quais são os sentidos da Sagrada Escritura.
      • Aula 81 - A teologia revelada e o auxílio da filosofia.
        • Nesta aula, consideramos a importância de buscar conhecer a Deus natural e sobrenaturalmente. Além disso, vimos que a teologia revelada se utiliza da filosofia para demonstrar o preâmbulo da fé, conhecer as coisas da fé por semelhança, não por necessidade, e resistir aos raciocínios errôneos que são ditos contra a fé.
    • 17 - A Trindade em Deus
      • Aula 82 - A Trindade em Deus, processões e relações e definição de pessoa
        • Nesta aula, expomos algumas noções básicas sobre a Trindade em Deus, as processões e as relações divinas. Vimos que há quatro relações em Deus: a paternidade; a filiação; a processão do Espírito Santo com o Pai e o Filho; e a espiração comum. Além disso, mostramos a definição de pessoa de Santo Tomás tomada de Boécio.
      • Aula 83 - As Pessoas, as noções em Deus e Deus Pai
        • Nesta aula, vimos que são três Pessoas divinas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Segundo Santo Tomás, consideramos que há cinco noções em Deus: (1) a inascibilidade; (2) a paternidade; (3) a espiração comum; (4) a filiação; e (5) a processão do Espírito Santo. Além disso, expomos que Deus Pai é um princípio sem princípio.
      • Aula 84 - O Filho, o Espírito Santo e a apropriação na Trindade
        • Nesta aula, consideramos aquilo que é próprio de Deus Filho, ser Verbo e Imagem, e o que é próprio do Espírito Santo, ser Dom. Expomos que há uma única essência na Trindade e de que modo podemos atribuir certos nomes por apropriação às Pessoas divinas.
      • Aula 85 - A igualdade das pessoas divinas e a missão das pessoas divinas atribuídas ao Filho e ao Espírito Santo
        • Nesta aula, consideramos que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são coternos e com igual poder, conforme a natureza divina. Além disso, é exposto que convém ao Filho e ao Espírito Santo serem enviados.
    • 18 - A angelologia e a demonologia
      • Aula 86 - A natureza dos anjos e sua relação com os corpos e os lugares
        • Nesta aula, estudamos que os anjos são substâncias espirituais separadas da matéria, que cada anjo esgota a sua espécie. Além disso, vimos que os anjos podem assumir um corpo e manipular a matéria. Também consideramos de que modo um anjo pode estar em um lugar.
      • Aula 87 - O movimento local e o conhecimento dos anjos
        • Nesta aula, expomos o modo pelo qual um anjo pode se mover de um local para outro. Além disso, consideramos o conhecimento angélico, seus meios e o seu conhecimento em relação aos entes imateriais e materiais.
      • Aula 88 - O modo do conhecimento e a vontade dos anjos
        • Nesta aula, consideramos que os anjos naturalmente inteligem a partir de espécies colocadas no seu intelecto por Deus. Além disso, vimos que há vontade e livre-arbítrio nos anjos, mas não há apetites sensitivos neles.
      • Aula 89 - O amor, a produção natural e a perfeição dos anjos conforme a graça e a glória.
        • Nesta aula, vimos de que modo os anjos amam naturalmente. Além disso, mostra-se que, segundo Santo Tomás, eles foram criados por Deus com a graça santificante, sem o estado de bem-aventurança perfeita.
      • Aula 90 - A malícia e a pena dos anjos maus
        • Nesta aula, expomos que uma parte dos anjos optou por corresponder à graça, enquanto outra parte menor optou por ir contra essa graça e contra Deus, estes são os demônios. Eles pecam propriamente por soberba e por inveja. Mostramos que eles são maus por vontade. Além disso, vimos que a vontade dos anjos maus está obstinada no mal e que os demônios estão privados permanentemente de contemplar a Deus no céu.
      • Aula 91 - A iluminação e a locução dos anjos
        • Nesta aula, vimos que um anjo pode iluminar outro enquanto manifesta-lhe a verdade ou fortalece a sua virtude intelectiva. Consideramos, de um modo geral, como há a transmissão da iluminação através das hierarquias angélicas. E também expomos como um anjo pode falar com outro anjo e também com Deus.
      • Aula 92 - A hierarquia dos anjos bons e maus e o governo dos anjos sobre a criatura corpórea
        • Nesta aula, expomos a visão de Santo Tomás sobre as 9 ordens angélicas: (1) serafins; (2) querubins; (3) tronos; (4) dominações; (5) virtudes; (6) potestades; (7) principados; (8) arcanjos; (9) anjos. Explicamos o que as distingue. Também mostramos que os demônios mantiveram essas estruturas naturalmente, após perderem a graça. Além disso, consideramos como as criaturas corpóreas podem ser governadas pelos anjos.
      • Aula 93 - A ação, missão e guarda dos anjos bons sobre os humanos, e o ataque dos demônios
        • Nesta aula, consideramos como os anjos bons podem iluminar os humanos. Também expomos como os anjos podem ser enviados por Deus para missões, especialmente para a guarda dos humanos, para o seu auxílio. É dito que os demônios podem induzir todo tipo de pecado. E também dizemos que Deus limita a tentação demoníaca por causa da fraqueza humana.
    • 19 - A graça santificante e a salvação das almas
      • Aula 94 - A necessidade da graça
        • Nesta aula, expomos de que modo a graça auxiliou os humanos no estado de natureza sem o pecado, e de que modo nos auxilia no estado de natureza corrompida pelo pecado. Vimos que a graça fortifica a natureza e também é necessária para realizar ações sobrenaturais, principalmente as necessárias para a nossa salvação.
      • Aula 95 - A essência, a divisão e a causa da graça
        • Nesta aula, expomos de que modo a graça está na alma humana. Consideramos também a essência da graça, sua divisão e a sua causa. Além disso, vimos especialmente que há a graça que nos torna agradáveis a Deus (gratia gratum faciens), chamada de graça santificante, e a graça dada de graça (gratia gratis data), chamada de graça dos carismas. Mostramos que há também a divisão de graça operante, na qual apenas Deus atua, e há a graça cooperante, pela qual a pessoa coopera com a graça divina através do seu livre-arbítrio.
      • Aula 96 - A justificação do ímpio
        • Nesta aula, estudamos a justificação do ímpio como efeito da graça operante, pela qual a pessoa obtém a remissão do pecado.
      • Aula 97 - O mérito
        • Nesta aula, vimos o mérito como efeito da graça cooperante, pela qual a pessoa coopera, através de um mérito proporcional, com a atuação da graça divina.
      • Aula 98 - A vontade antecedente e consequente em Deus e a Predestinação
        • Nesta aula, expomos as noções de vontade antecedente e consequente em Deus em relação à salvação das almas. Além disso, mostramos, segundo Santo Tomás de Aquino, de que modo é possível entender certa noção de Predestinação em conformidade com a fé católica.
      • Aula 99 - Os santos e o auxílio para a salvação
        • Nesta aula, estudamos certa noção sobre o número dos que se salvam, segundo Santo Tomás de Aquino. Além disso, comentamos o texto complementar do tomista Reginald Garrigou-Lagrange “O homem e a eternidade”, sobre a parte final relativa ao número dos eleitos
    • 20 - A fé, a esperança e a caridade
      • Aula 100 - O crer da fé e a confissão da fé
        • Nesta aula, consideramos o ato interior da fé, o crer, e o ato exterior da fé, a confissão de fé. Vimos que é necessário crer em Deus para a salvação. Assim, mostramos que, segundo Santo Tomás, é necessário crer em tudo o que a Igreja ensina sobre a matéria de fé. Expomos também em quais casos é necessário que haja uma confissão explícita da fé.
      • Aula 101 - O objeto da fé
        • Nesta aula, começamos com a consideração da virtude teologal da fé. Expomos o objeto da fé. Vimos de que modo o objeto da fé é a verdade primeira e como a fé se expressa por modo de artigos. Além disso, consideramos, segundo Santo Tomás, que convém ao papa ordenar a matéria da fé.
      • Aula 102 - A fé
        • Nesta aula, estudamos a exposição de Santo Tomás sobre a fé, baseada nas palavras de São Paulo de Hb 11,1. Mostramos que a fé é um dom de Deus, que a coloca no intelecto humano, pela graça divina. Além disso, vimos a distinção de fé formada e informe, e certa relação da fé com outras virtudes.
      • Aula 103 - Os que têm a fé, a causa da fé, os efeitos da fé e noções fundamentais dos dons do Espírito Santo
        • Nesta aula, expomos de que modo alguém pode ter fé. Vimos que Deus, de algum modo, é causa da fé conforme nos propõe o que devemos crer e nos auxilia no nosso assentimento à fé. E são considerados o temor a Deus e a purificação do coração como certos efeitos da fé. E também estudamos certas noções fundamentais dos dons do Espírito Santo, conforme nos dispõem a seguir com facilidade a moção divina.
      • Aula 104 - Os dons do Espírito Santo e as bem-aventuranças
        • Nesta aula, mostramos que os dons do Espírito Santo são hábitos que nos capacitam a obedecer ao Espírito Santo com prontidão. Fizemos uma breve exposição dos sete dons do Espírito Santo: (1) o dom do entendimento; (2) o dom do conselho; (3) o dom da sabedoria; (4) o dom da ciência; (5) o dom da piedade; (6) o dom da fortaleza; (7) o dom do temor a Deus. Além disso, são consideradas as bem-aventuranças expostas em Mt 5.
      • Aula 105 - Os frutos do Espírito Santo e noções fundamentais do dom do intelecto
        • Nesta aula, consideramos os frutos do Espírito Santo conforme são atos que provêm do Espírito Santo e causam deleite espiritual. Fizemos uma breve exposição dos 12 frutos do Espírito Santo: (1) a caridade; (2) a alegria; (3) a paz; (4) a paciência; (5) a longanimidade; (6) a bondade; (7) a benignidade; (8) a mansidão; (9) a fé; (10); a modéstia; (11) a continência; (12) a castidade. Além disso, iniciamos a exposição do dom do intelecto, que é uma luz sobrenatural que auxilia a virtude da fé.
      • Aula 106 - O dom do intelecto e o dom da ciência
        • Nesta aula, expomos os dois dons do Espírito Santo que auxiliam a virtude da fé, o dom do intelecto e o dom da ciência. Vimos que esses dons só podem existir com a caridade. Também consideramos como eles auxiliam a virtude da fé. E mostramos de que modo cada um desses dons tem relação com uma das bem-aventuranças.
      • Aula 107 - A infidelidade, a heresia e a apostasia
        • Nesta aula, expomos os pecados de infidelidade, heresia e apostasia, que são contrários à fé. Consideramos que a infidelidade não é o mero desconhecimento da fé, mas a sua reprovação. Expomos também os tipos de infidelidade. Vimos que a heresia é um tipo de infidelidade, pela escolha da opinião pessoal em certo ponto, sem que haja a plena abertura à fé. Além disso, consideramos que a apostasia é certo abandono da fé.
      • Aula 108 - A blasfêmia, a cegueira da mente e o embotamento dos sentidos
        • Nesta aula, vimos a blasfêmia, como um pecado contra a confissão da fé, a cegueira da mente e o embotamento dos sentidos, que são pecados contra os dons do Espírito Santo do intelecto e da ciência, que auxiliam a fé. Expomos o que é próprio da blasfêmia contra o Espírito Santo. E mostramos que a cegueira da mente e o embotamento dos sentidos são pecados conforme tais coisas são realizadas voluntariamente.
      • Aula 109 - A esperança, o sujeito da esperança e noções fundamentais sobre o temor de Deus
        • Nesta aula, consideramos a virtude teologal da esperança, pela qual, com a graça santificante, esperamos que Deus nos dará os meios para a nossa salvação. Vemos também de que maneira uma pessoa, no estado da vida presente ou no purgatório, pode ter a virtude da esperança. Além disso, são considerados, de modo basilar, os tipos de temores em relação a Deus.
      • Aula 110 - O dom do temor de Deus
        • Nesta aula, são expostos os tipos de temor em relação a Deus. Mostramos que há o temor mundano, que em si mesmo é um mal. Também há a distinção sobre o temor servil, que é substancialmente bom, mas a sua servilidade é má. Além disso, é considerado principalmente o temor filial, que é um dos dons do Espírito Santo. Por fim, relacionamos, segundo Santo Tomás, o dom do temor de Deus com a bem-aventurança que lhe é correspondente.
      • Aula 111 - O desespero e a presunção
        • Nesta aula, vimos os vícios que se opõem à esperança, que são o desespero e a presunção. Consideramos o desespero pelo qual a pessoa erroneamente considera que Deus não dará perdão ao pecador arrependido, pela graça santificante. Também vimos a presunção, pela qual a pessoa erroneamente espera obter a glória eterna sem a penitência ou os méritos com a graça.
      • Aula 112 - A caridade e noções fundamentais do sujeito da caridade
        • Nesta aula, consideramos que a caridade é uma virtude teologal e certa amizade sobrenatural entre o homem e Deus. Vimos que ela é a maior das virtudes e ordena todas as virtudes para o fim devido. Também expomos que a caridade é um dom de Deus colocado na vontade humana, como certa participação do amor divino.
      • Aula 113 - O sujeito da caridade
        • Nesta aula, vimos de que maneira a caridade, dom divino, está na vontade humana. Mostramos como ela pode ser aumentada, sem que haja um limite. Consideramos também os três graus de caridade, e que ela pode ser perdida através de um único pecado mortal.
      • Aula 114 - O objeto da caridade
        • Nesta aula, consideramos que o amor de caridade se estende principalmente a Deus, mas também se estende a todas as outras coisas, conforme são amadas por Deus. Assim, vimos que se estende, principalmente, a Deus, depois, a nós mesmos, ao próximo e ao nosso corpo. Também expomos que devemos amar, pela caridade, a natureza do pecador, conforme é capaz da felicidade de amar a Deus, e não o pecado do pecador. Além disso, analisamos como a caridade nos impele a amar os inimigos.
      • Aula 115 - A ordem da caridade
        • Nesta aula, consideramos a ordem da caridade conforme há maior proximidade com o primeiro princípio, que é Deus. Expomos que, pela caridade, devemos amar nesta ordem: (1) Deus, (2) nós mesmos, (3) o próximo e (4) o nosso corpo. Além disso, investigamos certos critérios expostos por Santo Tomás em relação a essa ordem, especialmente acerca do amor ao próximo.
      • Aula 116 - O amor como o principal ato da caridade e a alegria da caridade
        • O amor como o principal ato da caridade e a alegria da caridade Nesta aula, expomos o ato principal da caridade, que é o amor, e a alegria enquanto efeito da caridade. Vemos que o amor, além de incluir a benevolência, também possui certa união de afeto com o outro. Também consideramos que, em decorrência do amor a Deus, há certa alegria, que é parcial nesta vida, mas é plena no céu.
      • Aula 117 - A paz, a misericórdia e a beneficência
        • Nesta aula, estudamos a paz, como efeito interior da caridade, a misericórdia, como uma virtude moral que pode ser movida pela caridade, e a beneficência, conforme fazemos o bem ao outro por amor a Deus. Consideramos que a paz é certa concórdia junto com a união dos apetites de uma pessoa. Vemos que a misericórdia é certa compaixão pela miséria alheia; e expomos a noção de beneficência, motivada pelo amor de caridade para com o próximo.
      • Aula 118 - A esmola
        • Nesta aula, mostramos a esmola conforme é um ato da caridade mediante a misericórdia. Expomos cada uma das sete esmolas materiais e das sete espirituais. Consideramos de que modo a esmola é de preceito e de que modo é de conselho. Além disso, expomos algumas considerações de Santo Tomás de critérios para dar a esmola.
      • Aula 119 - A correção fraterna
        • Nesta aula, consideramos a correção fraterna conforme é um ato de caridade, que busca remediar o pecado do próprio pecador. Vimos de que modo a correção fraterna é de preceito. Também consideramos o modo como ela deve ser feita.
      • Aula 120 - O ódio e a acídia
        • Nesta aula, expomos dois vícios opostos à caridade, o ódio, que se opõe ao próprio amor de caridade, e a acídia, que se opõe à alegria da caridade. Vimos a gravidade do vício do ódio e a sua origem da inveja. Além disso, consideramos o vício da acídia como um vício capital e os vícios que decorrem da acídia.
      • Aula 121 - A inveja, a discórdia e a contenção
        • Nesta aula, consideramos a inveja, a discórdia e a contenção como vícios opostos à caridade ou à paz, para serem repelidos. Vemos inicialmente que a inveja é um tipo de tristeza buscada voluntariamente diante do bem do próximo. Expomos que é um vício capital. Além disso, mostramos que a discórdia consiste em um tipo de ato de oposição em relação ao bem divino ou do próximo com o qual deveríamos concordar. E também consideramos que a contenção é certa contrariedade desordenada por palavras contra alguém.
      • Aula 122 - Os problemas do cisma, da guerra e da rixa
        • Nesta aula, expomos outros três atos contra a caridade: o cisma, a guerra e a rixa, para serem repelidos. Vemos que o cisma consiste em certa intenção de separação da unidade da caridade da Igreja, principalmente pela recusa a se submeter ao papa. Consideramos a gravidade do pecado da guerra. Contudo, há a exposição, segundo Santo Tomás, de certa licitude, por exemplo, de um país se defender convenientemente diante de um invasor injusto. Além disso, expomos a noção de rixa, que consiste em uma contenção através de atos desordenados de agressão contra o próximo, de feri-lo gravemente.
      • Aula 123 - A sedição e o escândalo
        • Nesta aula, consideramos os atos da sedição e do escândalo, opostos à caridade, para serem repelidos. Mostramos como a sedição é um ato contra a unidade da paz da multidão. Também expomos a noção do escândalo, que é um dito ou ato menos reto que dá ocasião à queda. E distinguimos as noções de escândalo ativo e passivo.
      • Aula 124 - O dom do Espírito Santo da sabedoria e o seu vício oposto
        • Nesta aula, expomos a noção de sabedoria conforme é um dom do Espírito Santo e se relaciona com a caridade. Mostramos que com essa sabedoria a pessoa possui certo conhecimento por conaturalidade com Deus pela graça. Além disso, vimos o vício que se lhe opõe, que é a estultícia alimentada voluntariamente, com uma busca desregrada pelas coisas terrenas; e assim há um embotamento do coração e certa obtusidade dos sentidos.
      • Aula 125 - Os dons do Espírito Santo do conselho, da piedade e da fortaleza
        • Nesta aula, retomamos algumas noções já expostas dos dons do Espírito Santo e consideramos os três que ainda restavam para a exposição: os do conselho, da piedade e da fortaleza. Mostramos que o dom do conselho consiste em certo auxílio sobrenatural para que ajamos bem; tratamos também do dom da piedade, que consiste no aumento do afeto filial para com Deus; e, por fim, expomos o dom da fortaleza, que consiste em certa confiança e resistência diante das adversidades.
    • 21 - A graça dos carismas
      • Aula 126 - A graça dos carismas e a profecia
        • Nesta aula, retomamos a divisão da graça em santificante e a dos carismas. Expomos as nove graças dos carismas e depois começamos a consideração sobre a graça da profecia. Consideramos que a profecia, propriamente, vem de Deus, mas há outras manifestações tidas falsamente como profecias, que podem provir da própria pessoa ou dos demônios. Destacamos também a importância de ter um bom diretor espiritual para discernir bem certas manifestações extraordinárias.
      • Aula 127 - A causa da profecia e o modo do conhecimento profético
        • Nesta aula, mostramos que a causa primeira da profecia é Deus, mas Deus se utiliza dos anjos para a transmissão do conhecimento profético. Além disso, expomos os modos pelos quais ocorre a revelação profética.
      • Aula 128 - A divisão da profecia
        • Nesta aula, expomos os dois principais tipos de profecia: (1) de cominação e (2) de presciência. Além disso, mostramos especialmente a distinção de Santo Tomás sobre o modo da revelação profética pela visão imaginária, que pode ocorrer no sonho ou acordado, por expressão de diversos sinais imaginários e por maior ou menor revelação da própria causa reveladora da profecia. Consideramos o papel de destaque do profeta Moisés; e as divisões da profecia em relação à manifestação da divindade e também tratamos da profecia em relação à Encarnação de Cristo.
      • Aula 129 - O rapto místico
        • Nesta aula, consideramos o rapto místico, que, de algum modo, pertence à profecia. Vemos a explicação de Santo Tomás sobre a passagem bíblica de São Paulo em 2 Cor 12, 2-4. Expomos, especialmente, de que modo é possível entender a noção de “terceiro céu” mencionada por São Paulo.
      • Aula 130 - O dom de línguas, os milagres e outros carismas
        • Nesta aula, estudamos a posição de Santo Tomás que vincula o dom de línguas ao ocorrido em Pentecostes. Consideramos os carismas referentes à comunicação da palavra. Além disso, são expostas a noção de milagre e a graça da cura das doenças.
    • 22 - O estado de perfeição
      • Aula 131 - O estado de perfeição e a caridade
        • Nesta aula, vemos que a perfeição mais elevada é a perfeição da caridade. Expomos que o estado de perfeição é certa boa disposição para se inclinar mais perfeitamente à perfeição da caridade. Consideramos também a elevação de outros estados, que podem ser feitos com caridade, como a vida matrimonial. De um modo geral, estudamos o destaque de Santo Tomás sobre o estado do episcopado e o da vida religiosa.
      • Aula 132 - O estado episcopal
        • Nesta aula, estudamos as funções próprias do bispo. Consideramos como ele deve exercer o seu dever, especialmente, como deve lidar com os bens. Além disso, vemos que, segundo Santo Tomás, os bens da Igreja devem ser utilizados para os pobres, para os ministros do altar e para o culto da Igreja.
      • Aula 133 - Os votos religiosos de pobreza, castidade e obediência
        • Nesta aula, consideramos a importância dos votos religiosos: da pobreza, da castidade e da obediência. Mostramos como esses votos auxiliam o caminho de perfeição da caridade, quando bem vividos.
      • Aula 134 - Os ofícios que convêm aos religiosos
        • Nesta aula, expomos de que modo certas atividades convêm aos religiosos, como o ensino, a atividade manual e pedir esmolas.
      • Aula 135 - A diversidade da vida religiosa
        • Nesta aula, consideramos a diversidade da vida religiosa. Vemos, basicamente, como ela pode ser mais contemplativa ou mais ativa; e que também há certa forma mista, de transmitir as verdades contempladas.
      • Aula 136 - A entrada na vida religiosa
        • Nesta aula, expomos de que modo convém que alguém entre para a vida religiosa. Assim, mostramos que convém que a pessoa, caso tenha feito um voto religioso, se mantenha firme para segui-lo. Por fim, consideramos certos pontos importantes para a vocação de um modo geral, conforme são úteis para o discernimento vocacional.
    • 23 - A Cristologia
      • Aula 137 - A conveniência da encarnação de Cristo
        • Nesta aula, consideramos a conveniência da encarnação de Cristo. Mostramos que, segundo Santo Tomás, a Encarnação foi ordenada por Deus como remédio para o pecado, ainda que Deus pudesse, absolutamente, ter atuado de outro modo. Além disso, também expomos o modo próprio da Encarnação, que não foi pela natureza, mas pela Pessoa.
    • 24 - A Igreja de Cristo e os sacramentos
    • 25 - A Ressurreição e o fim dos tempos

Perguntas Frequentes

O curso é de introdução ao pensamento de Santo Tomás de Aquino e contém 25 tópicos. As aulas são ministradas no Youtube, duas vezes por mês e ficam salvas. Não é necessário ter base filosófica ou teológica. O aluno também pode participar de um grupo no WhatsApp ou no Telegram dos alunos para tirar as dúvidas. Além disso, o aluno recebe uma apostila em pdf atualizada após cada aula.

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Sim. Os novos alunos terão acesso a todo o material das aulas anteriores.

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